segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Educação para Testers

O The Testing Planet publicou o seguinte infográfico sobre a Educação dos Testers pelo mundo a fora:

Fonte: The Testing Planet

terça-feira, 26 de julho de 2011

tirinha

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Porque documentar seus testes?

Fonte

Documentar? Para que eu vou gastar mais horas para gerar um monte de documento que ninguém vai lê? Essa é a primeira pregunta que muitos testadores ouvem quando vem com a ideia de começar a documentar os teste. E logo em seguida vem a outra: Mas o que eu ganho documentando?

Examinenos alguns benefícios:

* Controle sobre o que está sendo testado, o que já foi testado e o que ainda falta para testar.

* Forma de comunicação entre a equipe de teste

* Abriga o conhecimento adquirido durante a fase de teste

* As inforações não estatão presas na cabeça de um ou utro.

* Fica evidenciado o quando foi testado

* Melhora, até mesmo, a qualidade das atividades relacionadas ao teste.

E principalmente:

Fornece aos clientes evidência da qualidade do software.

Uma boa prática é evitar o uso de papeis que ficarão empilhados nas mesas, ou presos em armários e não serão útil. O ideal seria armazena-los na intranet ou em uma solução Wiki.

Vale lembrar também que os documentos tem um ciclo de vida, sendo necessário atualiza-los sempre que houver alguma modificação.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

frases teste

Evite casos de teste descartáveis, a menos que o programa seja também descartável. MYERS

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Um breve olhar sobre: Teste de segurança durante o desenvolvimento





Imagem de  tecnofagia.com

Justificativa

Porque não desenvolver sistemas com um nível maiso de segurança e baixa probabilidade de falahas?

Obejtivo
O desenvolvimento de um sistema seguro

Rquesitos de Segurança
*Aspectos de Segurança em Metodologias
ISO/IEC 17799 (Code of Practice for Information Security Management) e ISO/IEC 15408 (Evaluation Criteria for Information Technology on Technology Security Evaluation)

* Boas Práticas de Programação
 – Testar o retorno de funções
- Documentar funções corretamente
- Tratar as entradas de dados
- Ter uma política de versão consistente
- Evitar informações sensíveis em arquivos temporários
- Não armazenar senhas e chaves criptográficas no código
- Operar com o privilégio necessário

*Testes de segurança
"Os testes de segurança tem como finalidade auxiliar a garantir a integridade e confiabilidade do software contra possíveis falhas que possam surgir durante a sua implementação e posteriormente durante a sua utilização. Uma forma de garantia de segurança é através de testes realizados e comprovados pelo cliente em laboratórios independentes." (ISO/IEC 15408-1:1999)

Processo:
• Especificar a segurança de forma clara e objetiva;
• Construir conforme a especificação;
• Testar para verificar o atendimento da especificação original;
• Alteração do ambiente;
• Acréscimos e/ou exclusões desautorizadas;
• Negligência humana;
• Entre outras falhas.

Concluindo:
É necessário lembrar que um ambiente seguro e estável sempre pode ser alvo de falha, por isso não podemos deixar de lado a segurança.


Referência:
ISO/IEC 15408-1:1999 Information Technology – Security Techniques - Evaluation Criteria for IT Security - Part 2: Security Functional Requirements, ISO Online Catalogue, 1999.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Introdução ao Teste de Software - Uma abordagem prática

O Fabrício dono do excelente QualidadeBR  criou um excelente matérial sobre o assunto:


quarta-feira, 4 de maio de 2011

Caixa Branca x Caixa Petra

Imagem: Amarelo Morango

Saber diferenciar estes dois conceitos é uma das necessidades dos profissionais de teste de software, neste post, eiremos examinar mais detalhes a respeito destas duas "caixas".


"Técnicas de caixa preta são uma forma de derivar e selecionar as condições e casos de testes baseados na análise da documentação seja funcional ou não-funcional, para um componente ou sistema sem levar em consideração a sua estrutura interna"

Então, a caixa preta se refere aos testes que não envolvem o código do software em teste, não envolve a estrutura interna do sistema foca em suas funcionalidades, seus requesitos.

"Técnicas de caixa branca (também chamadas de técnicas estruturais ou baseadas em estrutura) são baseadas na estrutura interna de um componente ou sistema."

São os famosos testes onde o testador tem acesso ao código fonte da aplicação e pode fazer códigos para efetuar a ligação de bibliotecas e componentes para verificar o funcioanmento de uma unidade do software (classe, método, função).


Simplificando:

Caixa branca --> Verifica o comportamento INTERNO do Software
Caixa preta --> Verifica o comportamento EXTERNO do Software



As partes em itálico foram retiradas de:  http://www.bstqb.org.br/uploads/docs/syllabus_2007br.pdf